quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Operação Real

Depois de muito tempo, volto a escrever sobre Bolsa de Valores, com uma novidade, vou postar operações que eu faço.

Capital Inicial – 15.039,17

Comprei 400 ações da Petr4 à 32,53, o que resulta em R$ 13.012,00, tem a corretagem e mais algumas taxas, no total a compra ficou em R$13.032,25.

Liguei para a corretora, pedi para que minha ações fossem para conta garantia, e fiz o lançamento de 400 opções da PetrI32 – vencimento em 21/09/2009 e preço de exercício em 31,75 – à 1,59, o que resultou em R$ 636,00, tem a corretagem e mais algumas taxas, o que realmente entrou foi R$ 619,40.

O caixa ficou com R$ 2.626,32


Eu vou fazer de tudo, dentro das possibilidades, para quando chegar perto do vencimento rolar para a serie seguinte. Tem Tempo.


Vamos analisar:

Preço de exercício em R$ 31,75.

Caso eu seja exercido, o que não quero, teremos R$ 31,75 X 400 ações, o que resulta em R$ 12.700,00 (terá corretagem da mesa e mais algumas taxas – mas não vou incluir nessa conta).

As opções renderam R$ 2.626,32 + R$ 12.700 = R$ 15.326,32.

Capital Inicial investido = R$ 15.039,17

Lucro = R$ 287,15 – Este valor será menor devido às taxas não incluídas na última operação.

Taxa de retorno = 1,90%.

Fiz umas contas aqui, para eu perder dinheiro nessa operação, a Petr4 tem que chegar em R$ 31,04.

Vamos aguardar – qualquer novo posicionamento eu posto aqui

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Empresas brasileiras movimentam mais na Bolsa de NY do que na Bovespa

As ações de empresas brasileiras listadas na Nyse (a Bolsa de Nova York) movimentaram quase US$ 4 bilhões por dia naquele mercado em 2008, superando o valor médio negociado por todas as companhias registradas na Bovespa, de US$ 2,7 bilhões.

Em todo o ano passado, o volume de movimentação das chamadas ADRs (American Depositary Receipts, na silga em inglês) totalizou US$ 900 bilhões, crescimento de 62% em relação a 2007, segundo dados apresentados nesta segunda-feira em evento com o presidente da Nyse, Duncan Niederauer, em São Paulo.

Em 30 de junho, a capitalização de mercado das 31 companhias do país na Nyse estava em US$ 502,8 bilhões, cerca de 64% do total das 84 empresas da América Latina presentes na Bolsa.
O Brasil é o terceiro país em empresas listadas na Nyse, atrás apenas do Canadá, com 74, e China, com 42. Os papéis brasileiros mais negociados na Bolsa em 2008 foram Petrobras, Vale, Unibanco e Bradesco.

Além disso, Vale e Petrobras estão entre os ativos estrangeiros mais negociados de toda a Nyse. De acordo com os dados, os ADRs brasileiros foram responsáveis, no ano passado, por 25% de todo o volume negociado por companhias não-americanas na Nyse.

Ao todo, são 493 empresas estrangeiras na Bolsa de Nova York, com participação de 47 países e capitalização total de US$ 7 trilhões (em dados de 30 de junho deste ano).

IPOs

Mesmo com a recuperação antecipada da economia brasileira e o bom desempenho da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) no ano --a Bolsa brasileira registra, até 14 de agosto, alta de 50,57% no ano--, os volumes negociados na Bolsa de Nova York ainda são muito maiores que no mercado doméstico.

No primeiro semestre deste ano, o volume médio diário de transações na Nyse ficou em US$ 83,6 bilhões, contra cerca de US$ 2,79 bilhões da Bovespa.

Em termos de IPOs (lançamento inicial de ações, na sigla em inglês), a Bolsa de Nova York registra, até este momento, no ano, 15 ofertas, contra apenas uma --VisaNet--, da Bovespa. A previsão do vice-presidente da Nyse, Scott Cutler, é que este número supere 20 até o fim de 2009.

"Estamos começando a ver o começo de um novo ciclo no mercado em todo o mundo, que será entre o fim de 2009 e o começo de 2010. Mas é difícil prever o número certo, depende das condições daqui em diante", afirmou.

Se chegarem a 20, os IPOs neste ano na Bolsa de Nova York vão superar o número registrado em 2008, de 12 lançamentos. O valor, porém, ainda é 50% menor que o registrado em 2007, quando foram 44 IPOs.

Niederauer afirmou que o IPO que a companhia JBS USA (subsidiária da brasileira JBS Friboi nos Estados Unidos) pretende realizar no mercado americano no segundo semestre deve ocorrer na Nyse.

Fonte: Folha de São Paulo
Link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u610805.shtml

Análise das Principais Bolsas Mundiais

Análise das Principais Bolsas Mundiais

Fonte: http://www.youtrade.pro.br

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Análise das Principais Bolsas Mundiais

Análise das Principais Bolsas Mundiais




Fonte: www.youtrade.pro.br

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Situação Hipotética

A Situação de José estava da seguinte forma:

- 1.100 ações da Petr4, com 1.100 Petre24 Lançadas;
- 1.092 no caixa.


Não quero ser exercido, vou recomprar às 100 de Petre24 que estão à R$ 7,70 cada, e vender 100 ações da Petr4 a preço de mercado (fechamento de hoje) R$ 31,15.

A situação é a seguinte.

- 1.000 ações da Petr4, com 1000 opções da Petre24 lançadas;
- R$ 3.397 no caixa (Já descontadas as corretagens)

Então, José recompra as 1.000 opções da Petre24 (R$ 7,70 cada) e lança 1.000 opções da Petrf28 (R$ 4,70 cada).

A situação passa a ser a seguinte:

- 1.000 ações da Petr4, com 1000 opções da Petrf28 lançadas;
- R$ 357,00 no caixa.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Análise das Principais Bolsas Mundiais


Análise das Principais Bolsas Mundiais




Fonte: www.youtrade.pro.br

Nos 50 mil pontos, não há quem não questione a sobriedade da bolsa

Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
04/05/09 19h00
InfoMoney

SÃO PAULO - Nos 50 mil pontos, a bolsa já acumula quase 70% de alta desde seu "fundo do poço", em outubro do ano passado; um dos melhores desempenhos do mundo. Mas o que resta para a bolsa brasileira depois desta marca impressionante?

Quanto mais se acumula ganhos, mais aumenta a pressão pela realização. Esta semana parecia ideal para a correção, com muitos investidores apostando no ajuste em Wall Street devido ao volume mais tímido de negócios que as bolsas norte-americanas assistiam nos últimos dias.

Pelo gap em relação à abertura dos mercados externos na sexta-feira, pela evolução da epidemia de gripe suína no final de semana, todas as atenções se voltavam para este início de semana, que surpreendeu. Por aqui, a bolsa não enfrenta este "problema" de volume citado para Wall Street. Pelo contrário, parece mais sólida e com motivos mais consistentes para subir que a maioria das bolsas internacionais; por isso o volume recorde da segunda-feira, por isso um dos melhores desempenhos do mundo.

Falta sobriedade?
Antes se questionava se era apenas repique ou tendência de alta, se há sustentabilidade no movimento ascendente. Com 70% de ganhos em pouco mais de seis meses, agora a dúvida é se vem ou não realização, se há mesmo argumentos para tamanho otimismo.

Na balança, a maioria dos analistas bate exatamente nesta tecla. O mercado parece ter perdido a sobriedade, armadilha comum em períodos de ganhos tentadores. "Qualquer gracejo que seja acaba tomando uma proporção exagerada, demonstrando assim o apetite por crescimento a qualquer custo.", destaca a Gradual Corretora.

Visão semelhante à perspectiva para maio de Bill Gross, gestor da Pimco. "Separar realidade de exuberância, tanto na alta quanto na baixa, são ingredientes para uma estratégia de sucesso no mercado", alertou no relatório publicado na segunda-feira. Tobias Levkovich, estrategista do Citi, afirmou à agência CNBC que "muitos investidores estão ignorando fundamentos".

Exuberância
De fato, um rali de 70% em condições econômicas como as atuais pode ser visto como exagero. Mas a questão é de oportunidade, que costuma aparecer só uma vez durante os bear markets. Quem não entrar correndo, corre o risco de ficar só imaginando, assistindo a oportunidade passar.

É uma questão típica de diferenciação entre investidores institucionais e de varejo. Lá fora, o rali de Wall Street parece puxado pelo investidor pessoa física. "O 'tolo' dinheiro do varejo está puxando os ganhos", disse Barry Ritholtz, da Fusion IQ. E quem puxa o rali aqui dentro é o estrangeiro.

Uma lição com os cavalos
Todos querem saber se há espaço acima destes 50 mil pontos. Jefferey Saut, da Raymond James, faz um alerta. "Quando muitos apostadores acreditam no mesmo cavalo o prêmio vai se diminuindo; o prêmio deste mercado no curto prazo está muito reduzido após oito semanas de ganhos".

Quase todos falam sobre a falta de sobriedade do mercado atual, a exuberância dos ganhos que podem confundir a cabeça do investidor. Mas uma questão é evidente: se o mercado quiser, ele vai subir. A continuidade demonstrada por este rali serve como prova.

O perigo
O estrategista Laszlo Birinyi lembrou à CNBC que o padrão dos bull markets aponta para a chegada da realização por volta do dia 194 do rali. Atualmente, estamos apenas no dia 53. O fôlego do investidor estrangeiro também sugere que o Ibovespa pode ir um pouco mais além.

Caso a correção fique de fato mais para frente, vale destacar um recado deixado pelo colunista da InfoMoney Ricardo Ratner Rochman, em sua coluna desta segunda-feira. "(...) podemos considerar que muito do movimento do mercado brasileiro e alta da Bovespa é fruto de especulação, e não de investidores de longo prazo. Não que isto seja um problema sério para os investidores, mas a atenção deve ser redobrada, pois o que vem rápido, pode ir mais rápido ainda."

Fonte: http://web.infomoney.com.br

terça-feira, 28 de abril de 2009

Análise das Principais Bolsas Mundiais

Análise das Principais Bolsas Mundiais




fonte: www.youtrade.pro.br

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Lula está construindo um gigante regional único, diz revista "Newsweek"

O Brasil vem se transformando na última década em uma potência regional única, ao se tornar uma sólida democracia de livre mercado, uma rara ilha de estabilidade em uma região conturbada e governada pelo Estado de direito ao invés dos caprichos dos autocratas. A afirmação é feita em artigo publicado na última edição internacional da revista americana "Newsweek".

"Contando com a cobertura da proteção de segurança americana, e um hemisfério sem nenhum inimigo crível, o Brasil tem ficado livre para utilizar sua vasta vantagem econômica de seu tamanho dentro da América do Sul para auxiliar, influenciar ou cooptar vizinhos, ao mesmo tempo conseguindo conter seu rival regional problemático, a Venezuela", afirma o artigo.

Segundo a revista, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva "preside uma superpotência astuta como nenhum outro gigante emergente".

O artigo foi publicado menos de um mês após Lula ter aparecido na capa da "Newsweek", com uma entrevista exclusiva à revista após seu encontro com o presidente americano, Barack Obama, na Casa Branca.


Poderio militar

A "Newsweek" observa em seu último artigo que enquanto outros países emergentes e mesmo os Estados Unidos contam com seu poderio militar como forma de afirmação, o Brasil "expressou suas ambições internacionais sem agitar um sabre".

A revista fala ainda que quando há algum conflito na região, o Brasil envia "diplomatas e advogados para as zonas quentes ao invés de flotilhas ou tanques".

O artigo também comenta que o Brasil tem se tornado uma voz mais assertiva para os países emergentes nos temas internacionais, contestando por exemplo os subsídios agrícolas dos países ricos.

"Nenhum governo foi tão determinado como o de Lula em estender o alcance internacional do Brasil. Apesar de ter começado sua carreira política na esquerda, Lula surpreendeu os investidores nacionais e estrangeiros ao preservar as políticas amigáveis ao mercado de Fernando Henrique Cardoso internamente, para a frustração dos militantes de seu Partido dos Trabalhadores. Para a esquerda, ele ofereceu uma política externa vitaminada", diz a "Newsweek".


Influência americana

A revista diz que os esforços brasileiros advêm da estratégia "não declarada" de se contrapor à influência dos EUA e de dissipar as expectativas de que exerça um papel de representante de Washington', mas que nem por isso o país embarcou na "revolução bolivariana".

"Pelo contrário, Lula tem controlado a região ao cooptar os vizinhos com comércio, transformando todo o continente em um mercado cativo para os bens brasileiros", diz o artigo. "No fim das contas, o poder do Brasil vem não de armas, mas de seu imenso estoque de recursos, incluindo petróleo e gás, metais, soja e carne."

A revista afirma que isso também tem servido para conter a Venezuela e que a provável aprovação próxima da entrada do país de Hugo Chávez ao Mercosul não é "um endosso aos desejos imperiais de Chávez, mas uma forma de contê-lo por meio das obrigações do bloco comercial, como o respeito à democracia e a proteção à propriedade".

"Isso pode ser política de risco. Mas as apostas estão nos brasileiros. Sem um manual para se tornar uma potência global, o Brasil de Lula parece estar escrevendo o seu próprio manual", conclui a "Newsweek".

Fonte: BBC
Pulicado: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u554320.shtml

terça-feira, 21 de abril de 2009

Situação Hipotética

RESUMO GERAL

1º Hipótese: João

Capital Inicial: R$ 23.770,00

Capital Atual: R$ 29.145,00

Rentabilidade: 22,61%

obs: 900 ações da Petr4 travadas em R$ 30,00



2º Hipótese: Pedro

Capital Inicial: R$ 23.770,00

Capital Atual: R$ 29.845,00

Rentabilidade: 25,55%

obs: 1000 ações da Petr4 travadas em R$ 32,00



3º Hipótese: José

Capital Inicial: R$ 23.770,00

Capital Atual: R$ 27.492,00

Rentabilidade: 15,65%

obs: 1.100 ações da Petr4 travadas em R$ 24,00



Resultados expecionais nas três hipóteses, em todas hipóteses tivemos um rendimento maior que 15% em menos de três meses.