segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Análise das Principais Bolsas Mundiais

Análise das Principais Bolsas Mundiais






Fonte: www.youtrade.pro.br

sábado, 19 de setembro de 2009

A criatura e o Criador (Fonte Exame)

Myron Scholes ganhou um Nobel ao descobrir a fórmula que abriu caminho para o crescimento do mercado de derivativos -- hoje mais conhecidos como "armas financeiras de destruição em massa"

A história está repleta de cientistas que, como Victor Frankenstein, se arrependem ao perceber que ajudaram a criar monstros -- sempre, claro, com a melhor das intenções. O brasileiro Santos Dumont não gostou nada de ver que seu avião estava sendo usado como arma de guerra no início do século 20. Anos depois de liderar as pesquisas que resultaram na primeira bomba atômica, o físico americano J. Robert Oppenheimer se autoproclamou o "destruidor de mundos". No caso de Alfred Nobel, inventor da dinamite, a ficha caiu quando um jornal francês publicou seu obituário antes da hora. "O doutor Alfred Nobel, que enriqueceu ao encontrar maneiras de matar pessoas mais rápido, morreu ontem", dizia o obituário. Para lustrar seu legado, o químico sueco decidiu criar um prêmio destinado a homenagear os que mais se destacassem em seu campo de conhecimento.

Em 1997, o economista Myron Scholes foi agraciado com o prêmio Nobel. Seu feito: ter criado, nos anos 70, a fórmula que permitiu o crescimento do mercado de derivativos, um colosso hoje estimado em 1 quadrilhão de dólares. Segundo o comunicado da Academia Sueca, a descoberta de Scholes fez com que bancos, principalmente bancos de investimento, se tornassem mais protegidos contra o risco. Hoje, como se sabe, os derivativos são considerados um dos fatores que levaram à maior crise financeira desde a Grande Depressão. Warren Buffett chegou a apelidá-los de "armas financeiras de destruição em massa". E os tais bancos que julgavam ter eliminado o risco acabaram quebrados. Scholes, que foi um dos criadores do fundo Long Term Capital Management, resgatado pelo banco central americano no fim dos anos 90, e hoje dirige a Platinum Grove Asset Management, deu a seguinte entrevista a EXAME.

O senhor foi apelidado de pai intelectual dos derivativos exóticos, aqueles que, nas palavras de Alan Greenspan, amplificaram a crise. Dá remorso?

Não. Até porque sempre achei que, se eu não tivesse descoberto o que descobri, alguém o teria feito. Me orgulho muito do que fiz. Até 1973, as pessoas usavam a intuição para negociar opções. Meu modelo apenas ajuda a intuição delas. Albert Einstein e os outros cientistas que trabalharam na energia atômica não ficaram pensando: "Nossa, o que eu fiz!" Bom, na verdade, alguns até que se arrependeram. Mas eu sou um cara que pensa positivo.


Warren Buffett recomendou aos investidores que tomassem cuidado com "nerds carregando fórmulas" -- ou seja, gente como o senhor. Qual é o problema com as fórmulas?
Mas ele próprio é um nerd com uma fórmula! Ele fala mal dos modelos de risco, mas um instante depois elogia sem parar o modelo de (Benjamin) Graham para precificar ações. Para ele, esse não é um modelo nerd. Só pode ser porque é simples o bastante para que ele consiga entender. Quando você não entende uma coisa, é mais fácil chamar essa coisa de nerd.


Mas os modelos de risco não foram um fracasso?
Os modelos eram muito bons, na verdade. O problema é que instituições como a AIG entregaram modelos muito sofisticados para gente que não sabia usá-los. Você produz um Lamborghini e dá a chave a um motorista inexperiente. Ele arrebenta o carro. A culpa é do carro?

Tudo bem, mas os investidores não subestimaram o risco?
Essa é uma pergunta difícil. É possível que as pessoas tivessem incluído um evento como o colapso do Lehman Brothers nos modelos? Sim, da mesma forma como você calcula o risco de atravessar a rua em seus próprios modelos. Mas a probabilidade de morrer desse jeito é baixa e o risco não te impede de atravessar a rua, impede? O problema, na verdade, foi o volume de dívida que todos acumularam. As pessoas achavam que o mundo estava mais calmo, começaram a acumular dívidas e, com isso, a assumir mais risco. Quando o choque veio, o efeito foi muito maior do que seria se não houvesse tanta dívida.

O acúmulo de risco não foi, justamente, consequência da sensação de segurança que esses modelos transmitiram?
Os derivativos protegem uma pessoa contra um risco específico, mas outra pessoa fica exposta. Você transfere o risco e o transfere pelo sistema. Transferimos risco para a Europa, por exemplo, e todos foram atingidos pela crise. A sensação de segurança pode não ter nada a ver com o perigo real. Posso fazer um seguro contra terremotos para minha casa na Califórnia. Se um terremoto acontecer e minha casa for a única ainda em pé, eu perco muito dinheiro. Por quê? Eu tinha seguro, mas era o seguro errado. Algumas instituições arriscaram mais do que deveriam porque achavam que tinham transferido o problema. E isso tornou o sistema mais arriscado.

No ano passado, ouvimos que Wall Street nunca mais seria a mesma após a crise. Mas o banco de investimento Goldman Sachs, por exemplo, está tendo lucros recordes em 2009 em razão de um crescente apetite pelo risco. Aprendemos alguma coisa com a crise?
No caso do Goldman, se você é considerado grande demais pra quebrar e tem o governo por trás, é claro que vai assumir mais riscos. Se você acerta, ganha muito dinheiro. Se erra e perde, o governo injeta mais dinheiro para te proteger. Outras instituições que não estão nessa categoria, como fundos de investimento, estão transferindo seu risco para bancos como o Goldman, que faz dinheiro cobrando uma comissão alta. Se uma parte do sistema financeiro é sustentada pelo governo, pode arriscar mais, à custa de quem tem de se proteger sozinho. Mas esse fenômeno do Goldman é de curto prazo.

Por quê?
Quando surgir a nova regulação do sistema financeiro, o governo vai exigir que os bancos tenham mais capital e menos dívida em seus balanços, e isso vai significar menos riscos. Eles estão se beneficiando de um período de transição antes da regulação.

Quem é contra uma forte regulação dos bancos alega que isso impediria a "inovação financeira". Mas os americanos, quando pensam em inovação financeira, lembram de derivativos exóticos, ativos tóxicos e suas consequências. Eles estão errados?
É difícil dar um tapinha nas costas dos bancos depois que eles causaram esse desastre. É claro que a inovação pode dar errado. Se você tivesse certeza que um produto daria certo, já teria inventado. Ninguém garante que algo inovador será bom. Mas o empacotamento de hipotecas em produtos financeiros foi uma ótima ideia e permitiu que o financiamento de casas crescesse. A inovação dos últimos anos permite, por exemplo, que eu pegue meu cartão de crédito, vá a um caixa eletrônico no Rio de Janeiro e saque dinheiro.

Mas cuidado com o ladrão.
Esse é exatamente meu ponto. A inovação é boa na maior parte do tempo, mas eu posso ser roubado. A culpa é da inovação? Agora, é claro que, hoje, é justo perguntar: se não tivesse havido tanta inovação e a crise não tivesse acontecido, o custo para a sociedade teria sido menor? Eu não sei.

O escritor Nassim Taleb, autor do livro Cisne Negro, disse que o senhor deveria estar em casa jogando sudoku, e não administrando um fundo e dando opiniões sobre a crise.
Bem, ele quer vender livros. Uma maneira de vender livros é atacando as pessoas. A outra é escrevendo bons livros. Taleb é um bom escritor, sem nenhuma ideia original. E passa mais tempo pensando em mim do que eu nele.

Para a revista britânica The Economist, o colapso do Long Term Capital Management, em 1998, foi a crise financeira de 2008 em miniatura. O que nós não aprendemos com o LTCM?
No caso do LTCM, tínhamos dívidas demais e arriscamos demais. Basicamente, é o mesmo fenômeno. A lição do LTCM é que é preciso se preparar para um choque. Ou seja, ter menos dívida e arriscar menos. Ainda assim, você nunca sabe o tamanho do choque que virá. E isso faz toda a diferença.

Estamos condenados a viver crises como a de 2008 de novo?
Veja, nós precisamos de risco. Nós queremos acidentes. Se todos dirigissem a 3 quilômetros por hora, não seria um tédio mortal? Se não houvesse risco, você não escreveria artigo nenhum. E, quando as coisas estão calmas, é natural que tomemos mais risco. Com o tempo, nós esquecemos como as crises nos machucaram. Os mais jovens, que não passaram por isso, acabam arriscando mais. Quando eu era criança e comecei a esquiar, eu era muito cuidadoso, depois arrisquei muito mais. Hoje, sou velho e tomo cuidado de novo. Mas faço curvas maiores.

Fonte: Exame
Link: http://portalexame.abril.uol.com.br/revista/exame/edicoes/0951/economia/criatura-criador-496025.html?page=1

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Engraçado

Como contratar funcionários


O método consiste em:

1-Colocar todos os candidatos num galpão;

2-Disponibilizar 200 tijolos para cada um;

3-Não dê orientação alguma sobre o que fazer;

4-Tranque-os lá.*Após seis horas, volte e verifique o que fizeram.



Segue a análise dos resultados:

1 - Os que contaram os tijolos, contrate como contadores.

2 - Os que contaram e em seguida recontaram os tijolos, são auditores.

3 - Os que espalharam os tijolos são engenheiros.

4 - Os que tiverem arrumado os tijolos de maneira muito estranha, difícilde entender, coloque-os no Planejamento, Projeto e Implantação Controle deProdução.

5 - Os que estiverem jogando tijolos uns nos outros, coloque-os emOperações.

6 - Os que estiverem dormindo, coloque-os na Segurança.

7 - Aqueles que picaram os tijolos em pedacinhos e estiverem tentandomontá-los novamente, devem ir direto à Tecnologia da Informação.

8 - Os que estiverem sentados sem fazer nada ou batendo papo-furado, sãodos Recursos Humanos.

9 - Os que disserem que fizeram de tudo para diminuir o estoque mas aconcorrência está desleal e será preciso pensar em maiores facilidades,são vendedores natos.

10 - Os que já tiverem saído, são gerentes.

11 - Os que estiverem olhando pela janela com o olhar perdido no infinito,são os responsáveis pelo Planejamento Estratégico.

12 - Os que estiverem conversando entre si com as mãos no bolsodemonstrando que nem sequer tocaram nos tijolos e jamais fariam isso,cumprimente- oscom muito respeito e coloque-os na Diretoria.

13 - Os que levantaram um muro e se esconderam atrás são do Departamentode Marketing.

14 - Os que afirmarem não estar vendo tijolo algum na sala, são advogados,encaminhem ao Departamento Jurídico.

15 - Os que reclamarem que os tijolos 'estão uma porcaria, semidentificação, sem padronização e com medidas erradas', coloque naQualidade.

16 - Os que começarem a chamar os demais de 'companheiros' , elimine-osimediatamente antes que criem um sindicato

Observações

Ainda bem que fiz a rolagem na Segunda-Feira (14/09/2009) - e consegui uma diferença de 0,72 entre a Petri32 e a Petrj32.

Hoje (16/09/2009), com a valorização de 2,84% da Petr4 - fechando em R$ 34,35 - a diferença entre a Petri32 e Petrj32 nunca ficou menor que 0,65 e acabou fechando com uma diferennça de 0,48. O que é uma taxa baixa, e eu não ficaria muito feliz.

Vamos aguardar - tenho um mês para pensar no que vou fazer!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Imposto de Renda

Só para não passar em branco.

Eu teria que pagar 15% de imposto de renda sobre o lucro que eu tive das opções. Entretanto, tive prejuízos que estou compensando agora.

E isso vai continuar por um bom tempo.

Operação Real

Ontem, fiz a Rolagem para série seguinte - saí da I e fui para J.

Vou explicar o que eu fiz.

Eu estava com 400 ações da Petr4 e lançado em 400 opções PetrI32.

Recomprei às PetrI32 à 1,55 (zerando a posição) e lançei Petrj32 à 2,27 - diferença de 0,72.

A Petrj32 vence em 19 de outubro de 2009 - com preço de exercício em 31,75.

Considerei a diferença de 0,72 centavos boa, embora com corretagem e taxas a diferença diminua a taxa ainda é boa para um mês.

A situação ficou a seguinte:

400 Petr4 - Hoje, a Petr4 vale 33,24 - mas estou preso à 31,75 - ou protegido até 31,75 (depende do ponto de vista)

400 Petrj32 lançadas - Preço de exercício em 31,75

R$ 2.880,74 em caixa.


No total tenho, caso seja exercido, R$ 15.580,74.


Duas coias:

Nos próximos dias, vou colocar no caixa mais R$ 500,00 OU R$ 600,00 para poder comprar mais 100 Petr4 e lançar mais opções.

É provável que perto do próximo vencimento eu role um strike acima Petrk34.

Vamos aguadar - ainda tem tempo!



segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Objetivos

Decidi traçar objetivos para dar um estimulo maior à este blog.

Vou traçar três objetivos primários.

1) Chegar aos R$ 100.000,00

2) Chegar aos R$ 500.000,00

3) Chegar aos R$ 1.000.000,00.


Para alcançar esses objetivos, estou estabelecendo a meta uma meta mensal de 2% ao mês.


Calculei no excel a provável data que chegarei à estes valores.

Nos R$ 100.000,00 chegarei em Janeiro de 2019 - aproximadamente daqui 10 anos.

Nos R$ 500.000,00 chegarei em Setembro de 2025 - aproximadamente daqui 16 anos.

Nos R$ 1.000.000,00 chegarei em Agosto de 2029 - aproximadamente daqui 20 anos.

Vamos ver se isso é possível.

Crises virão, mas os objetivos estão traçados.

Será que em 2029 serei um milonário??

Vamos aguadar!

obs: Vamos ver se esse blog irá existir até lá.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Operação Real

Depois de muito tempo, volto a escrever sobre Bolsa de Valores, com uma novidade, vou postar operações que eu faço.

Capital Inicial – 15.039,17

Comprei 400 ações da Petr4 à 32,53, o que resulta em R$ 13.012,00, tem a corretagem e mais algumas taxas, no total a compra ficou em R$13.032,25.

Liguei para a corretora, pedi para que minha ações fossem para conta garantia, e fiz o lançamento de 400 opções da PetrI32 – vencimento em 21/09/2009 e preço de exercício em 31,75 – à 1,59, o que resultou em R$ 636,00, tem a corretagem e mais algumas taxas, o que realmente entrou foi R$ 619,40.

O caixa ficou com R$ 2.626,32


Eu vou fazer de tudo, dentro das possibilidades, para quando chegar perto do vencimento rolar para a serie seguinte. Tem Tempo.


Vamos analisar:

Preço de exercício em R$ 31,75.

Caso eu seja exercido, o que não quero, teremos R$ 31,75 X 400 ações, o que resulta em R$ 12.700,00 (terá corretagem da mesa e mais algumas taxas – mas não vou incluir nessa conta).

As opções renderam R$ 2.626,32 + R$ 12.700 = R$ 15.326,32.

Capital Inicial investido = R$ 15.039,17

Lucro = R$ 287,15 – Este valor será menor devido às taxas não incluídas na última operação.

Taxa de retorno = 1,90%.

Fiz umas contas aqui, para eu perder dinheiro nessa operação, a Petr4 tem que chegar em R$ 31,04.

Vamos aguardar – qualquer novo posicionamento eu posto aqui

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Empresas brasileiras movimentam mais na Bolsa de NY do que na Bovespa

As ações de empresas brasileiras listadas na Nyse (a Bolsa de Nova York) movimentaram quase US$ 4 bilhões por dia naquele mercado em 2008, superando o valor médio negociado por todas as companhias registradas na Bovespa, de US$ 2,7 bilhões.

Em todo o ano passado, o volume de movimentação das chamadas ADRs (American Depositary Receipts, na silga em inglês) totalizou US$ 900 bilhões, crescimento de 62% em relação a 2007, segundo dados apresentados nesta segunda-feira em evento com o presidente da Nyse, Duncan Niederauer, em São Paulo.

Em 30 de junho, a capitalização de mercado das 31 companhias do país na Nyse estava em US$ 502,8 bilhões, cerca de 64% do total das 84 empresas da América Latina presentes na Bolsa.
O Brasil é o terceiro país em empresas listadas na Nyse, atrás apenas do Canadá, com 74, e China, com 42. Os papéis brasileiros mais negociados na Bolsa em 2008 foram Petrobras, Vale, Unibanco e Bradesco.

Além disso, Vale e Petrobras estão entre os ativos estrangeiros mais negociados de toda a Nyse. De acordo com os dados, os ADRs brasileiros foram responsáveis, no ano passado, por 25% de todo o volume negociado por companhias não-americanas na Nyse.

Ao todo, são 493 empresas estrangeiras na Bolsa de Nova York, com participação de 47 países e capitalização total de US$ 7 trilhões (em dados de 30 de junho deste ano).

IPOs

Mesmo com a recuperação antecipada da economia brasileira e o bom desempenho da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) no ano --a Bolsa brasileira registra, até 14 de agosto, alta de 50,57% no ano--, os volumes negociados na Bolsa de Nova York ainda são muito maiores que no mercado doméstico.

No primeiro semestre deste ano, o volume médio diário de transações na Nyse ficou em US$ 83,6 bilhões, contra cerca de US$ 2,79 bilhões da Bovespa.

Em termos de IPOs (lançamento inicial de ações, na sigla em inglês), a Bolsa de Nova York registra, até este momento, no ano, 15 ofertas, contra apenas uma --VisaNet--, da Bovespa. A previsão do vice-presidente da Nyse, Scott Cutler, é que este número supere 20 até o fim de 2009.

"Estamos começando a ver o começo de um novo ciclo no mercado em todo o mundo, que será entre o fim de 2009 e o começo de 2010. Mas é difícil prever o número certo, depende das condições daqui em diante", afirmou.

Se chegarem a 20, os IPOs neste ano na Bolsa de Nova York vão superar o número registrado em 2008, de 12 lançamentos. O valor, porém, ainda é 50% menor que o registrado em 2007, quando foram 44 IPOs.

Niederauer afirmou que o IPO que a companhia JBS USA (subsidiária da brasileira JBS Friboi nos Estados Unidos) pretende realizar no mercado americano no segundo semestre deve ocorrer na Nyse.

Fonte: Folha de São Paulo
Link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u610805.shtml

Análise das Principais Bolsas Mundiais

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Fonte: http://www.youtrade.pro.br